Elon Musk acabou de descrever o evento de extinção dos trabalhadores de colarinho branco. No Joe Rogan. De forma casual. Musk: “Qualquer coisa que seja digital, que é como alguém a trabalhar num computador, a IA vai assumir esses empregos como um relâmpago.” Não gradualmente. Não eventualmente. Relâmpago. A suposição na qual a maioria dos profissionais está a operar é que a IA os irá ajudar. Torná-los mais rápidos. Aumentar o que fazem. Essa suposição é o erro mais caro que uma pessoa pode cometer neste momento. Musk: “Assim como os computadores digitais assumiram o trabalho das pessoas que faziam cálculos manuais. Mas muito mais rápido.” Pense nessa analogia por um momento. Costumávamos empregar salas inteiras de pessoas cuja única função era a aritmética. Altamente educadas. Bem compensadas. Essenciais para todas as organizações que funcionavam com números. Então o computador chegou e toda a categoria desapareceu. Não encolheu. Desapareceu. Ninguém fala mais sobre isso como uma tragédia porque a transição aconteceu antes da maioria das pessoas vivas hoje nascer. É apenas história. Uma curiosidade. Essa mesma transição está a acontecer agora com programação, escrita, análise, pesquisa, trabalho legal, modelagem financeira. Cada profissão cujo output vive inteiramente num ecrã. A diferença é a velocidade. ...